“Geração Y”, o futuro que já é realidade

      A “Geração Y” chegou ao mercado de trabalho e se tornou um consumidor de hábitos diferentes, redirecionando as tendências de gestão dos empreendimentos. Analizando por duas ópticas, a de quem contrata e a de quem atende, é possível visualizar modificações históricas à frente.

       Como cliente este novo perfil de consumidor exige agilidade, respeito, melhor produto e serviço, variedade e qualidade. Já como colaborador, as rotinas e os sistema de avaliação devem estar a altura do seu perfil profissional. Existem outras prioridades, outros conceitos para a Geração Y.

       Segundo artigo publicado no site http://www.itweb.com.br , pelo professor João Baptista Brandão, da Fundação Getúlio Vargas, questões como a responsabilidade, o ambiente de trabalho, o significado da remuneração, o envolvimento no trabalho, a relação com normas, regras e subordinação funcional, o acompanhamento e o reconhecimento são diferentes das métricas que a sociedade até então conhecia.

       E quando atender um cliente com esse perfil as empresas precisam perceber e assimilar seus hábitos para criar um relacionamento e futuramente fidelizar. Este consumidor exige esforço e trabalho para a sua satisfação, é uma tarefa para profissionais que estão preparados para enfrentar reciclagens constantes. O relacionamento entre pessoas e o conhecimento de hábitos vão redefinir modelos pré-estabelecidos de negociação e prestação de mão-de-obra.

       Segundo o palestrante do tema “Novos Mercados, Novas Competências”, professor Luiz Carlos Becker Jr., existe o “q” e o “Q”, onde “q” atende as especificações, tendo uma conformidade básica e “Q” atende e excede as especificações. Este “Q” tem uma postura diferenciada, visa outros desafios, tanto para quem serve, quanto para quem está sendo servido. Enquanto o “q” apenas faz o esperado e ponto final”.

       A Geração Y nasceu dentro de uma realidade onde os diferenciais são esperados e reivindicados. É totalmente habituada à tecnologia e usufrui ao máximo do que ela oferece. Mas de forma alguma estes jovens personagens trazem problemas com seu posicionamento na vida. Pelo contrário, chegam para sacudir e reinventar a nossa sociedade.

       Na realidade das agências de recursos humanos este novo perfil profissional já está presente. Mas conforme a Psicóloga organizacional e Multiplicadora de Capacitação Profissional, Madalena Cerullo, a mudança Cultural dentro das organizações será necessária e exige um período de implementação. As empresas que estão de acordo com esta realidade ainda são poucas. Rotinas como o controle de horas, cumprimento de oito a dez horas dentro de um escritório não condizem com o profissional que tem o seu escritório no celular e no notbook.

       Será necessário um trabalho para mudança de filosofia, quebra de paradigmas. O foco é a produção, mas a qualidade de vida sinaliza o grande propósito.

 

 

 

 
 
AGOSTO
11 - MIX PROFISSIONAL
 
 
 
SETEMBRO
13 - Reunião-almoço "Prato do Dia" empresa convidada Cláudio Vogel
 
28 - 3o. PAINEL AMBIENTAL

28 e 29 - CURSO DE ATEDIMENTO A CONSULTÓRIOS MÉDICOS E DENTÁRIOS

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